segunda-feira, novembro 12, 2012
Vida breve
"A vida nunca fora tão curta em meu vasto mundo de pensamentos. Ando exigindo demais dela. Hora quero que tudo passe bem rápido para que eu possa realizar meus sonhos, hora quero que como em um filme eu possa viver em câmera lenta, registrando em minha mente cada momento, por menor que seja. Com você não é diferente. Eu estava beirando o abismo, mas agora percebo que não há tempo para coisas pequenas. O tempo passa rápido e ele exige nossa atenção. O adeus parece ser algo bem triste, quase tão somente insuportável. Falo do adeus inevitável, de um adeus eterno, talvez. Por que, então, nos permitimos viver tão pouco? Por que nos permitimos deixar levar por futilidades, coisas banais? A vida não espera um perdão, um adeus formal. A vida não espera um eu te amo deixado pra última hora, não espera para um último abraço. A vida é bruta, é a parte difícil de estar vivo: viver. Não quero me arrepender por deixar de lado, não quero me arrepender de não ter tentado. O que alimentamos juntos todo esse tempo é grandioso demais para ser desprezado. Chateei-me por motivos que eu sei quais são, mas de que valerão futuramente? Temos que nos consertar no dia-a-dia. Temos que amar o amor. Amanhã? Ninguém sabe... A vida é à vera."
segunda-feira, novembro 05, 2012
Soluços de Clara
"A vida nunca fora tão curta em meu vasto mundo de pensamentos. Ando exigindo demais dela. Hora quero que tudo passe bem rápido para que eu possa realizar meus sonhos, hora quero que como em um filme eu possa viver em câmera lenta, registrando em minha mente cada momento, por menor que seja. Com você não é diferente. Eu estava beirando o abismo, mas agora percebo que não há tempo para coisas pequenas. O tempo passa rápido e ele exige nossa atenção. O adeus parece ser algo bem triste, quase tão somente insuportável. Falo do adeus inevitável, de um adeus eterno, talvez. Por que, então, nos permitimos viver tão pouco? Por que nos permitimos deixar levar por futilidades, coisas banais? A vida não espera um perdão, um adeus formal. A vida não espera um eu te amo deixado pra última hora, não espera para um último abraço. A vida é bruta, é a parte difícil de estar vivo: viver. Não quero me arrepender por deixar de lado, não quero me arrepender de não ter tentado. O que alimentamos juntos todo esse tempo é grandioso demais para ser desprezado. Chateei-me por motivos que eu sei quais são, mas de que valerão futuramente? Temos que nos consertar no dia-a-dia. Temos que amar o amor. Amanhã? Ninguém sabe... A vida é à vera."
sexta-feira, novembro 02, 2012
Inevitável
Sério! Como pode tornar meu dia tão vazio quando não está nele? Quem te deu a autorização para tal feito? É incrível e absurdo. To preparada para te ligar, mas meus músculos ainda ousam se contrair contra essa fatalidade inevitável. Pois sim! Inevitável! A qualquer momento eu vou te ligar, ou você, ou eu mesma. Mais provável. Por que insiste nisso? Sabe que não vai viver sem mim. Claro que eu sei que não é o fim, nem de nós nem de nada, mas um drama às vezes é legal. Faz parte, entende? A gente brigou, eu me irritei e pronto. Desejei sair o mais rápido possível do seu campo de visão. Queria que você se tornasse fumaça. Afinal e, aliás, você é um grande cafajeste. Sabe que me destruiu por dentro, não é? Quis ir além do que eu permiti. Em um acesso de raiva teve o que lhe foi merecido. Pronto! Falei! Fiz! Mas... É tão fácil assim ficar longe de mim? Nem uma ligação? Que ingrato! Depois de um belo bom dia em forma de amor gostoso, é assim que retribui? Eu havia dito que não queria mais, porra. Você deveria me escutar mais, sabia? Deveria ler meus olhos. Mas, enfim. Não aconteceu, e você também não ligou. Nem uma mensagem, nem nada. Infeliz! Praga! Peste! Eu nunca deixarei de amá-lo, principalmente quando a saudade apertar como está fazendo agora. Brigar com você é a coisa mais ridícula que eu faço. Tentar fugir de algo que está em você. Difícil, não? Pois é. Pois bem. Pois mal. Não tão mal, apenas com saudade. Você fica uma gracinha com raiva. E eu usando esse clichê barato, como fico? Queria te ver, apenas. Queria te ver e logo te abraçar, você sorriria e diria “Por que demorou tanto?”. Eu estava esperando você ligar, mas você não corre mais atrás de mim, o que geraria uma outra briga, mas não importaria muito, eu já estaria nos teus braços, fazendo carinho sei lá onde e tanto faz. Fazer-te um carinho, dar-te um abraço, lança-lhe um beijo. Qualquer demonstração de afeto, demonstração de afeto qualquer. É válido. É lindo. É seu. Briga comigo de novo? Para sempre?! Quero sentir essa saudade, essa vontade de você contínua e o prazer de te abraçar quando nos reencontrarmos. Quando? Não vou saber. Talvez eu te ligue daqui a um minuto. Talvez eu nem te ligue, esperando a milagrosa atitude da sua parte. O que não importa muito. Na verdade eu sei que estamos bem. A raiva passa. Tudo isso é tão verdadeiro quanto passageiro. Vou sair porta a fora muitas vezes, vou te amar mil vezes mais. Lei da vida. Lei da nossa vida. Inevitável.
quarta-feira, outubro 24, 2012
Ana
Ana realmente não sabia o que fazer com aquele número de celular. Ela desejava ligar. Ela o desejava novamente. Jamais esquecerá a noite anterior.
A chuva caia terrivelmente forte. Ana acabara de sair do trabalho; Aguardava embaixo do toldo da loja de conveniências o momento milagroso em que um táxi parasse ali, vazio. Porém, sem muito sucesso, decidiu correr até o ponto de ônibus mais próximo, que não ficava tão próximo assim. Em sua maratona teve o desprazer de ser encharcada por um poça. Um cidadão descuidado passou há mil por hora de carro em cima da poça sem qualquer preocupação. Não sendo o bastante, Ana capotou junto a uma bicicleta, no qual um rapaz pilotava totalmente sem freio.
Ela estava distraída, xingando a pessoa do carro no momento do acidente.
No chão, arrependida de ter saído de casa, Ana fechou os olhos com cara de desistência da vida.
Seu dia não fora fácil. Mais cedo recebera um telefonema de Seu Francisco, o porteiro do seu prédio, dizendo-lhe que o rapaz que morava com ela há três meses fora embora de mala e cuia.
Ana não se importou muito. Além de já ter discutido com sua chefe no dia, aquele carinha não era lá do melhores. Nenhum era. Ana tinha problemas com relacionamentos.
O rapaz jogou a bicicleta para o lado e estendeu a mão para uma Ana irritada, desolada e lameada. Seu estado era deplorável. Porém, com toda sua educação e lamento pelo acontecido, o rapaz, ajudou-a e ofereceu-lhe companhia. Ana aceitou. Não tinha muito a perder. Quem sabe a chuva não tenha lhe trago algo de bom?!
Conversaram muito até chegarem ao apartamento. Ana o convidou para entrar e se secar, tomar um café, um chá, talvez. Após o banho, Bryan, o rapaz saiu com a toalha na cintura perguntando se ela teria alguma roupa seca para lhe emprestar. Ana, irônica, respondeu:
_Tenho. Claro! A do corpo, quer? - E apontou para as suas próprias vestes.
Bryan aproveitou o momento, a deixa e a visão dos seios de Ana, cheios e redondos, despontando em sua camisa branca de alças finas, e respondeu atrevidamente:
_Acontece que eu quero agora!
O pecado é algo desejável, o sentimento já estava nu, Bryan e Ana também, na cama, gemendo com o vento e com a chuva.
Logo cedo Bryan não estava mais na cama, mas no criado-mudo um bilhete com seu número de celular. O número de Ana ele não tinha. Estava em suas mãos, nas mãos de Ana. Ligar ou não ligar?
A chuva caia terrivelmente forte. Ana acabara de sair do trabalho; Aguardava embaixo do toldo da loja de conveniências o momento milagroso em que um táxi parasse ali, vazio. Porém, sem muito sucesso, decidiu correr até o ponto de ônibus mais próximo, que não ficava tão próximo assim. Em sua maratona teve o desprazer de ser encharcada por um poça. Um cidadão descuidado passou há mil por hora de carro em cima da poça sem qualquer preocupação. Não sendo o bastante, Ana capotou junto a uma bicicleta, no qual um rapaz pilotava totalmente sem freio.
Ela estava distraída, xingando a pessoa do carro no momento do acidente.
No chão, arrependida de ter saído de casa, Ana fechou os olhos com cara de desistência da vida.
Seu dia não fora fácil. Mais cedo recebera um telefonema de Seu Francisco, o porteiro do seu prédio, dizendo-lhe que o rapaz que morava com ela há três meses fora embora de mala e cuia.
Ana não se importou muito. Além de já ter discutido com sua chefe no dia, aquele carinha não era lá do melhores. Nenhum era. Ana tinha problemas com relacionamentos.
O rapaz jogou a bicicleta para o lado e estendeu a mão para uma Ana irritada, desolada e lameada. Seu estado era deplorável. Porém, com toda sua educação e lamento pelo acontecido, o rapaz, ajudou-a e ofereceu-lhe companhia. Ana aceitou. Não tinha muito a perder. Quem sabe a chuva não tenha lhe trago algo de bom?!
Conversaram muito até chegarem ao apartamento. Ana o convidou para entrar e se secar, tomar um café, um chá, talvez. Após o banho, Bryan, o rapaz saiu com a toalha na cintura perguntando se ela teria alguma roupa seca para lhe emprestar. Ana, irônica, respondeu:
_Tenho. Claro! A do corpo, quer? - E apontou para as suas próprias vestes.
Bryan aproveitou o momento, a deixa e a visão dos seios de Ana, cheios e redondos, despontando em sua camisa branca de alças finas, e respondeu atrevidamente:
_Acontece que eu quero agora!
O pecado é algo desejável, o sentimento já estava nu, Bryan e Ana também, na cama, gemendo com o vento e com a chuva.
Logo cedo Bryan não estava mais na cama, mas no criado-mudo um bilhete com seu número de celular. O número de Ana ele não tinha. Estava em suas mãos, nas mãos de Ana. Ligar ou não ligar?
Cartas de uma noite chuvosa
Andei pensando e cheguei a conclusão de que a saudade é um dos maiores temperos das cartas. Claro! Se não fosse a saudade as palavras não seriam tão caprichadas e recheadas. Se não fosse a saudade talvez o amor fosse repetitivo demais.
Daí a gente passa o final de semana todo juntinhos, abraçados em uma barraca de camping amarela, de frente para o mar. Então chega segunda-feira desatando todos os nós do aconchego, chega espalhando, como o vento, cada um para o seu canto. Restam-me SMSs e ligações. Mas, posso ser sincera? Acho tudo muito vago, superficial, logo depois que prova-se o gosto do abraço e o calor dos beijos...
De qualquer modo, a saudade veio, maltratando, ferindo, alimentando ainda mais esse amor juvenil
Daí a gente passa o final de semana todo juntinhos, abraçados em uma barraca de camping amarela, de frente para o mar. Então chega segunda-feira desatando todos os nós do aconchego, chega espalhando, como o vento, cada um para o seu canto. Restam-me SMSs e ligações. Mas, posso ser sincera? Acho tudo muito vago, superficial, logo depois que prova-se o gosto do abraço e o calor dos beijos...
De qualquer modo, a saudade veio, maltratando, ferindo, alimentando ainda mais esse amor juvenil
quinta-feira, outubro 11, 2012
Uma varanda e duas xícaras
Era quinta-feira. Feriado na cidade. A noite estava harmoniosa. Uma brisa batia levemente, levantando-lhe os cabelos aos poucos, embaraçando os fios ruivos e encaracolados. Era um ar fresco, ar de primavera. Ele foi buscar sua xícara de mate recém-preparado na cozinha, enquanto ela já estava deitada na rede da varanda a balançar e a sentir o frescor da noite acarinhar-lhe os cabelos.
Voltando ele a beijou na testa, acariciou seu rosto, disse o quanto ela é bela e combina perfeitamente com noites assim. Ela, sempre sem-graça com seus elogios, sorriu delicadamente e olhou pro chão, disfarçando sua vergonha.
Os dois eram felizes. Eles se amavam. Tinham brigas que mais pareciam uma guerra nuclear, mas se amavam. E não havia quem dissesse o contrário. Ela o defendia para quem quiser que fosse. Ele gritava seu amor para os quatro cantos do universo.
Eram felizes sim, ela com sua xícara de café e ele com sua xícara de mate. A noite combinava com ela, linda. A noite combinava com o amor dos amantes da varanda…
Voltando ele a beijou na testa, acariciou seu rosto, disse o quanto ela é bela e combina perfeitamente com noites assim. Ela, sempre sem-graça com seus elogios, sorriu delicadamente e olhou pro chão, disfarçando sua vergonha.
Os dois eram felizes. Eles se amavam. Tinham brigas que mais pareciam uma guerra nuclear, mas se amavam. E não havia quem dissesse o contrário. Ela o defendia para quem quiser que fosse. Ele gritava seu amor para os quatro cantos do universo.
Eram felizes sim, ela com sua xícara de café e ele com sua xícara de mate. A noite combinava com ela, linda. A noite combinava com o amor dos amantes da varanda…
domingo, setembro 30, 2012
Carine, sempre fui e sempre serei seu!
Não sou bom com as palavras, amor...
Não sei muito bem oq escrever mas vou escrever alguma coisa
aqui pra vc.
Sempre foi chata mas sempre esteve do meu lado, vc sempre
foi marrenta mas tbm sempre foi tão grudada cmg, desde que te conheci sempre
fomos tão juntos rimos muito e fomos muito felizes. De uns tempos para cá ficou
um pouco mais difícil de ficarmos bem. As brigas constantes nos deixaram muito
mais frágeis, qualquer sopro já nos empurra um contra o outro, ultimamente nós
não somos mais um casal que não liga pra nada e acha graça de tudo, acho que
certas responsabilidades nos deixaram assim...
Mas eu n vou desistir de nós, pois eu te amo muito, mas n
sei mais o que ou como fazer para vc ver que eu sou o garoto certo pra vc. N se
desapegue de mim posso te fazer muito feliz, eu te amo muito e para sempre vou
te amar. Nossos dias ruins um dia vão melhorar só nos resta descobrir como
fazer para pararmos de brigar. Sei que vc me ama e vejo a cada momento a suas
tentativas de tentar mudar para continuarmos juntos, dou muito valor a isso
apesar de às vezes não parecer, nós iremos vencer um tempo para pensar uma vida
de sonhos ao seu lado eu sei que irei ter Carine Te amo Pra valer!!!
Ass:Ricardo s2
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